sábado, julho 29, 2006

Walk Away


"Here comes that sun again
(...)
And it hurts me to look into the mirror at myself
(...)
And its so hard to do
And its so easy to say
But sometimes..
Sometimes...
You just have to walk away...
walk away
And head for the door"

Ben Harper

Se ao primeiro passo tudo parece inseguro...
À medida que vamos avançando a firmeza das nossas pegadas
vai deixando para trás medos e inseguranças vazias
Percebemos que os vários caminhos que se nos apresentam
são por si só a personoficação dos medos que vemos nascer
Em cada pegada a marca de um medo fica para trás
e ganhamos força para mais um... e outro.. e mais...
É nesse tornado de emoções que ganhamos firmeza
para espreitarmos pela porta entreaberta
que se apresenta à entrada de cada trilho
Contamos as pedras da calçada,
na espectativa do que está por trás de cada uma
E aí, mais uma vez, sentimos o vento na pele... no cabelo...
Senti-lo em nós, é sentirmos a certeza da incerteza que se nos apresenta
E aí..
Aí...
Uma nova pegada ganha vida


segunda-feira, julho 24, 2006

Y con cada dia uno aprende...















Despues de un tiempo,
uno aprende la sutil diferencia
entre sostener una mano
y encadenar un alma,
y uno aprende
que el amor no significa acostarse
y una compañia no significa seguridad
y uno impieza a aprender...
Que los besos no son contratos
y los regalos no son promesas
y uno impieza a aceptar sus derrotas
con la cabeza alta y los ojos abiertos
y uno aprende a construir
todos sus caminos en el hoy,
porque el terreno del mañana
es demasiado inseguro para planes...
y los futuros tienen una forma de caerse
en la mitad.
y después de un tiempo
uno aprende que si es demasiado,
hasta el calorcito del sol quema.
Asi que cada uno planta su proprio jardin
y decora su propria alma,
en lugar de esperar que alguien le traiga flores.
y uno aprende que realmente puede aguantar,
que uno realmente es fuerte,
que uno realmente vale,
y uno aprende y aprende...
y con cada dia uno aprende.

Jorge Luis Borges

Ver a nossa alma espelhada por entre palavras soltas com uma sonoridade singular, da mão de outrém.. é estranho...
Não tão estranho como a inevitabilidade da fragilidade da vida...
Essa, que nos faz ter a certeza que cada flor plantada, cada tonalidade seleccionada, cada fragância molhada... são por si só pedaços de nós...
Que, podemos ou não partilhar... esconder.. roubar..deste ou daquele jardim.
E regar...
E escutar...
Essa espera incessante por aquele raio que teima em não chegar...
Mas só legítima será essa espera se aguardarmos a sua chegada...
Há ainda raios que não quero ver...

Editorial

Mas afinal pk é k se tem um blog???
Às tantas pelo simples facto de gostar de escrever...
Mas tem k ser na net??
Pois n sei...
Sei k me apeteceu...
Se colocarmos a questão.. porque sim???...
hummm...n me apetece responder...
Fico-me pelo.. porque n???!!!
Boa forma de catarse!!!!